Google revela que 98% das empresas brasileiras não aproveitam o marketing digital

Google revela que 98% das empresas brasileiras não aproveitam o marketing digital

Em matéria publicada no site E-commerce Brasil, Giuliano Gonçalves, apresentou um pouco da pesquisa realizada no Brasil pela The Boston Consulting Group (BCG) e o Google com 60 empresas de 10 setores diferentes.

O estudo aponta que mesmo as principais companhias nacionais estão longe de aproveitar o poderio total do marketing digital. A pesquisa confirmou que o marketing digital ainda requer um longo caminho no país para ser totalmente eficaz.

A maioria das empresas (55%) ainda encontra-se em estágio emergente, enquanto 37% são apontados como conectados, 6% nascentes e, em pleno aproveitamento (ou multimomento), somente 2%. “Apenas 23% das empresas integram os dados on e offline. 59% delas sequer possuem integração dos dados online”, afirmou Eduardo Leone, sócio do BCG.

De acordo com a pesquisa, uma das principais barreiras para o investimento na evolução do marketing digital está na habilidade e na automação para a entrega das mensagens — 96% das empresas relatou dificuldade na automatização das entregas, 91% não possui personalização avançada nos sites e 44% funciona sem uma personalização sequer na página.

“Isso apenas reforça a urgência de as empresas atenderem as exigências do novo consumidor dentro do ambiente online”, disse Dan Reicher, diretor do BCG e um dos principais responsáveis pelo estudo.

Outra dificuldade identificada envolve a ausência de métodos efetivos para a mensuração dos resultados. Dos participantes, 52% afirmaram utilizar modelos de atribuição, entretanto, apenas 20% utilizam ferramentas sofisticadas capazes de contribuir para uma tomada de decisão baseada em dados confiáveis.

Hoje, os algoritmos trabalham de maneira mais produtiva, com maior escalabidade. Pode-se dizer que eles são os responsáveis por solucionar os grandes problemas do novo consumidor da era da assistência — curiosos, exigentes e impacientes.

“Atualmente, os produtos pesquisados no buscador pelo consumidor digital precedem a palavra ‘melhor’. É um dado novo, assim como os 304% de aumento de busca relacionada a ‘onde comprar’. Quando o cliente chega ao ponto de venda, ele já está decidido sobre o que vai levar. Afinal, sua questão já foi respondida no digital e ele não tem dúvidas sobre o que comprará”, acrescentou Flávia Verginelli, diretora de produtos e inovação do Google Brasil, sobre a importância do entendimento dos dados na estratégia das empresas.

De acordo com o estudo, a evolução na jornada do marketing orientado pelos dados requer grandes esforços. E eles são divididos em quatro principais dimensões:

Targeting baseado em dados – impulsionar fontes de dados a fim de gerar insights para captar consumidores;

Ativação automatizada e personalizada – agilizar a compra de mídia e entregar mensagens personalizadas em larga escala;

Mensuração e atribuição – realizar a medição, atribuição e o gerenciamento dos resultados em todos os pontos de contato, para potencializar o retorno;

Organização e colaboração – fazer a integração dos profissionais de forma ágil, por meio de teste e aprendizado.

Desafios

Os desafios para essa nova era do marketing digital, segundo Reicher, vão muito além da tecnologia em si. Barreiras dentro da organização e mudanças impostas com a evolução digital têm a mesma relevância. “73% das empresas sofrem devido à coordenação inadequada de equipes multifuncionais, e 70% deles não têm objetivos alinhados em todos os canais. Sem contar que quase a metade dos pesquisados tem a maior parte do marketing feito por empresas terceirizadas”, pontuou.

Verginelli finalizou a apresentação referindo-se ao perfil do novo consumidor visto pela gigante buscadora. “Não somos nós [Google] quem respondemos às perguntas do consumidor, como ‘qual o melhor produto’, mas sim as empresas, que anunciam seus produtos e realizam o marketing sobre eles”, orientou. “Se elas não estiverem preparadas para essas respostas, perderão muito de seus investimentos em marketing”, ressaltou, acrescentando que a velocidade de carregamento do site, assim como a experiência de compra, também são enquadrados como fatores-chave dessa otimização.

Fonte: Giuliano Gonçalves, para a redação do E-Commerce Brasil

 

Marcas de mídia brasileiras se unem ao Google no combate às Fake News

Marcas de mídia brasileiras se unem ao Google no combate às Fake News

Com foco na transparência das eleições presidenciais, parceria destaca transmissão dos debates pela Band no Youtube e a integração do assistente de voz com veículos da Globo.

É uma preocupação constante das grandes marcas de mídia as notícias falsas que são divulgadas nas redes sociais no Brasil. Pensando nisso a Band, CBN, Jovem Pan, Veja, O Globo e TV Globo acabam de fechar uma parceria com o Google buscando combater às Fake News que assombram os leitores da web. O anúncio foi feito pela gigante de tecnologia em um evento para o mercado brasileiro.

A parceria prevê que os debates eleitorais realizados pela Band serão transmitidos diretamente pelo Youtube, contando com uma cobertura pré, durante e pós-debate, garantindo a transparência do que será veiculado na emissora.

O Google também desenvolveu novas ferramentas de busca por informações dos candidatos. A empresa fechou parceria com CBN, Jovem Pan, O Globo, Rádio Globo, TV Globo e Veja para o uso do assistente de voz. Os usuários do Android poderão ter acesso ao conteúdo de notícias dos veículos pelo Google Assistente.

Uma outra iniciativa do projeto diz respeito ao Google News. O principal objetivo da ferramenta é oferecer informação precisa e de qualidade e prevê parceria com jornalistas da Abril, O Globo e Diários Associados.

Todas são medidas para reduzir o impacto das Fake News e aumentar a transparência da cobertura do processo eleitoral.

Com informações do Google e Meio e Mensagem


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